Nos meados de setembro, a Expresso Pégaso começou a colocar a linha 366 (Campo Grande - Tiradentes) com um novo roteiro, fazendo serviço parador até o Caju como uma forma de reforço a linha 358 (Cosmos - Carioca) da Rio Rotas, que só roda como parador de manhã e nos domingos e feriados. Confiram agora os cliques da linha em operação parador. Prefixos: D87217 Caio Apache Vip II DF Volkswagen - MAN 17-230 EOD V-Tronic ano 2011
D87023 Caio Apache Vip II DF Volkswagen 17-230 EOD ano 2009
No início deste ano, mais precisamente em fevereiro, apareceu na fábrica da Marcopolo em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, um ônibus protótipo que poderia ser a versão 2013 do ônibus urbano de maior sucesso da fabricante gaúcha de carrocerias, o Torino que completa em 2013, 30 anos de seu lançamento. Recentemente surgiu a foto do modelo Gran Viale produzido pela Superpolo da Colômbia que se assemelha muito a esse provável "novo" Torino que poderá ser lançado brevemente pela Marcopolo. Dessa vez essa possível reestilização do Torino apareceu na fábrica da Ciferal em Duque de Caxias, Rio de Janeiro, aonde são fabricados modelos urbanos da Marcopolo.
O misterioso modelo que na Colômbia é conhecido como "New Torino Padrón", indica ser um possível Torino 2013 ou 2014 ou seja a reestilização do atual Torino que conhecido como 2007 ou GVII, que é produzido desde 2006. Boa parte dos modelos concorrentes do segmento, como Comil Svelto, Caio Apache Vip e Neobus Mega, já passaram por reestilizações recentes, restando tão somente o Marcopolo Torino, a passar por mudanças em seu visual.
O Torino colombiano
Será que esse o primeiro dos novos Torinos? Só o tempo dirá!
Parque Nacional do Iguaçu conta agora com ônibus de dois andares elétricos híbridos. Divulgação
Híbridos de dois andares começam a circular no Parque Nacional do Iguaçu Serão cinco unidades menos poluentes. Três já foram adquiridas ADAMO BAZANI – CBN A Volvo entregou três das cinco unidades dos ônibus híbridos de dois andares à empresa Cataratas do Iguaçu S/A, responsável pelo serviço de transporte dentro do Parque Nacional do Iguaçui Os outros 13 ônibus em operação continuam prestando serviços. O ônibus é movido por dois motores, um a eletricidade, que opera quando o ônibus está parado, freia e até 20 quilômetros por hora e outro a diesel, a partir desta velocidade. De acordo com a Volvo, o ônibus reduz em 50% a emissão de gases poluentes em relação aos ônibus com tecnologia Euro 5. Em relação aos veículos com tecnologia Euro 3, que circulam no parque atualmente, a redução de emissões é ainda maior, atingindo 90%.
“O nosso híbrido está totalmente alinhado à proposta de preservação do meio ambiente do Parque Nacional do Iguaçu e às atuais demandas por transporte sustentável, tanto do ponto de vista econômico quanto do ambiental”, afirma em nota à imprensa, Luis Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America.
Os ônibus têm carroceria especial de dois anadres Marcopolo Viale BRT e vista panorâmica, para que todos os visitantes transportados tenham ampla visibilidade do Parque Nacional do Iguaçu, proporcionando maior contato com a natureza.
Em nota, a empresa também fala sobre as vantagens do veículo.
“A opção pelo transporte híbrido atende uma necessidade do Parque, que é a de permitir a circulação de veículos pelas dependências da unidade de conservação causando o menor impacto”, afirma o chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Jorge Pegoraro. O Parque Nacional do Iguaçu abriga o maior remanescente de Mata Atlântica da região sul do Brasil e protege uma riquíssima biodiversidade, constituída por espécies representativas da fauna e flora brasileiras, das quais algumas ameaçadas de extinção.
Os ônibus que circulam na área interna do Parque Nacional do Iguaçu transportam em média, por ano, 1,2 milhão de passageiros, o equivalente a 80% do total de turistas que visitam a unidade. Em média, cada veículo faz entre cinco e 15 viagens, com saídas do Centro de Visitantes e vai até o espaço Porto Canoas que é o ponto final do circuito.
Menos emissões
Os ônibus híbridos da Volvo consomem até 35% menos combustível e, consequentemente, emitem 35% menos gás carbônico. “Em um ano de operação, o veículo deixa de emitir 33 toneladas de CO2 comparado aos veículos à diesel com a mesma capacidade de passageiros”, explica Fábio Lorençon, coordenador da engenharia de vendas da Volvo Bus Latin América.
Além disso, o híbrido emite 50% menos material particulado (fumaça) e NOx (óxidos nocivos à saúde), em relação aos veículos com tecnologia Euro 5. Outra vantagem é que é mais silencioso que os ônibus movidos a diesel e, quando está parado nos pontos de embarque e desembarque de passageiros, não emite ruído.
Modelo de negócio
Com o início da produção de ônibus híbridos em Curitiba, em junho do ano passado, a Volvo criou um novo modelo de negócio. A venda dos híbridos inclui um pacote de soluções que garante a tranquilidade e a segurança dos operadores de transporte. Neste pacote estão incluídos, além do chassi, a manutenção plena do veículo – desde a troca de óleo até reparos -, mecânicos especializados, equipamentos e ferramentas para trabalhar na garagem do cliente.
“Ampliamos a nossa oferta de planos de manutenção plena, disponíveis para os veículos 100% à diesel, para os híbridos, propiciando aos operadores todo suporte e disponibilidade a um custo fixo equivalente por quilômetro rodado”, informa Euclides Castro, gerente de ônibus urbanos da Volvo Bus Latin América.
Outro diferencial deste modelo de negócio é que a bateria do motor elétrico não é vendida. A empresa assina com o cliente um contrato de prestações mensais que cobre qualquer reparo e trocas da bateria até o final da vida útil do veículo.
“Ao assumir a responsabilidade pela bateria, garantimos aos nossos clientes um custo linear, sem riscos e sem surpresas. Além disso, asseguramos uma destinação final ambientalmente correta quando substituída por uma nova”, reforça Castro.
A bateria desenvolvida pela Volvo para os ônibus híbridos é a mais avançada do mercado. Com apenas 200 quilos, permite que o veículo transporte a mesma quantidade de passageiros que os ônibus equivalentes (até 90 passageiros).
Tecnologia
O ônibus híbrido tem uma tecnologia revolucionária e é a solução híbrida mais avançada já desenvolvida. Chamada de “Híbrida em Paralelo”, foi projetada para um ônibus com dois motores, um a diesel e outro elétrico, que funcionam em paralelo ou de forma independente. O motor elétrico é utilizado para arrancar o ônibus e acelerá-lo até uma velocidade de aproximadamente 20 quilômetros por hora.
O motor diesel entra em funcionamento em velocidades mais altas. A cada vez que se acionam os freios, a energia de desaceleração é utilizada para carregar as baterias. Quando o veículo está parado, seja no trânsito, em pontos de ônibus ou em semáforos, o motor diesel fica desligado.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes Com informações Volvo
A marca Mercedes-Benz conquistou um importante resultado no novosistema de transporte coletivo urbano que envolve Brasília e as cidades satélites do Distrito Federal. Dos 3.300 ônibus que operam nesta região metropolitana, 2.100 unidades estão sendo renovadas (conforme licitação pública de 2012) com chassis Mercedes-Benz dos modelos OF 1721, articulados O 500 UA (piso baixo) e O 500 MA (piso alto), além dos microônibus LO 916.
“Recentemente, iniciamos a entrega dos primeiros ônibus e a previsão é que todas as 2.100 unidades estejam à disposição das empresas operadoras até o mês de dezembro, contribuindo para melhoria da qualidade do transporte coletivo urbano da Capital Federal”, afirmaJoachim Maier, vice-presidente de Vendas e Marketing da Mercedes-Benz do Brasil.
Os ônibus Mercedes-Benz estão presentes em quatro lotes da licitação dogoverno local, que abrange Brasília e as cidades satélites de Taguatinga, Gama, Sobradinho, Guará, Planaltina e Ceilândia. Estas regiões serão atendidas pelas empresas Viação Piracicabana (lote 1), Viação Pioneira (lote 2), Consórcio HP Transportes (lote 3) e Auto Viação Marechal (lote 4).
“Essa foi a primeira licitação de ônibus da história da Capital Federal, o que atesta a crescente profissionalização do sistema e o compromisso com a melhoria da qualidade do transporte de passageiros e da mobilidade urbana em toda aquela importante região metropolitana”, destaca Walter Barbosa, diretor de Vendas e Marketing de Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil.
Reestruturar as médias e grandes cidades com a convergência para um ambiente onde as pessoas sejam os principais agentes, tendo como apoio um sistema eficaz de transporte público para se alcançar a tão ambicionada mobilidade urbana. Essa tem sido a busca e o foco de especialistas para um desenvolvimento consciente e sustentável, apesar das adversidades encontradas nas grandes aglomerações urbanas brasileiras, que se expandiram sem nenhum planejamento em todos os setores da máquina pública.
Durante o 1º Encontro sobre Mobilidade Urbana – Possibilidades, Desafios e Polêmicas, realizado no 9º Salão Latino Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, em São Paulo, o tema teve destaque na voz de conhecedores do transporte público e da saúde pública, que defenderam os corredores de ônibus racionalizados, conhecidos como Bus Rapid Transit (BRT), como soluções de pouco custo, rápida implantação e de cunho sustentável, pois proporciona uma redução da poluição emitida e retira das ruas um número considerável de automóveis.
Paulo Saldiva, médico especialista em poluição atmosférica e professor da Faculdade de Medicinada Universidade de São Paulo (USP), proferiu sobre os problemas causados pela poluição veicular nos ambientes urbanos, revelando que 10% dos infartos do miocárdio no mundo são causados pelo tráfego e na cidade de São Paulo a cada ano 5 mil pessoas morrem por causa das emissões poluentes. Para o médico, o transporte de massa é totalmente viável do ponto de vista econômico, já que dados apontam que a cada R$ 1,00 investido em transporte de baixa emissão, o poder público ganha R$ 8,00 de economia em saúde pública.
O transporte coletivo tem a sua importância quando se fala em desenvolvimento urbano eficaz e com alto desempenho. O especialista em sistemas de transporte público urbano, Paulo Sergio Custódio, mostrou que “otimizar o sistema de ônibus” é uma solução de curto prazo e adequado para as cidades. Segundo ele, dois conceitos são básicos para essa solução: o primeiro é o desenvolvimento urbano orientado para o transporte coletivo e o segundo é o crescimento inteligente. Para Custódio, a cidade com maior equilíbrio de usos do solo pode reduzir a necessidade de infraestrutura de transporte em até 30%.
Já o arquiteto e urbanista Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba (PR) e criador do sistema BRT, com as canaletas exclusivas para os ônibus na capital paranaense no princípio dos anos de 1970, o futuro da mobilidade urbana é o poder público começar a pensar em soluções de transporte que utilizem o solo, a superfície e idealizem um sistema viário totalmente integrado. Em termos de mobilidade elétrica, Lerner ressaltou que criar vias de deslocamentos que possam ser utilizadas por transportes públicos elétricos de qualidade e que todos estejam interligados entre si, pode resultar em um cenário mais positivo.
Para os organizadores desse 1° Encontro, o contexto mundial prova que este tema é de uma relevância enorme e que o entendimento e ação conjunta dos três setores: público, privado e sociedade civil, é fundamental se quisermos resolver a problemática muito comum e que a cada dia cresce, que é a imobilidade urbana.
O desafio para um novo paradigma de transporte público é enorme. O que falta hoje é uma maior presença do planejador urbano e público, que não tenha receio em inovar para melhorar uma situação que chegou ao insuportável em determinados locais. Os sistemas de BRT contribuem de uma maneira muito próxima aos modais férreos – trens e metrô. Outro detalhe é que essa modalidade de transporte feito pelo ônibus pode ter um caráter muito atrativo ecologicamente, pois as configurações atuais dos veículos permitem tipos variados de tração com baixo impacto ao ambiente, como é o caso do ônibus híbridos (diesel/elétrico), totalmente elétricos (trólebus) e ainda os movidos por combustíveis verdes (etanol e diesel da cana-de-açúcar).
Com o BRT, as pessoas podem ter qualidade de vida, pois têm ao alcance um maior tempo para descansar, dormir, ficar com a família, estudar e trabalhar em condições melhores, afinal esse conceito é um exemplo de transporte coletivo rápido e eficiente, onde o que conta são os benefícios e vantagens proporcionados, não só ambientais, mas também econômicos.
A Marcopolo fechou o fornecimento de 70 ônibus urbanos que serão utilizados no MOVE, nome do sistema BRT da cidade de Belo Horizonte, recentemente apresentado, e que entrará em funcionamento no início de 2014. Os veículos, do modelo Viale BRT Articulado, começarão a ser produzidos a partir de novembro.
O nome MOVE para o sistema BRT de Belo Horizonte foi escolhido após estudo realizado pela BHTRANS por induzir a deslocamento, mover de um lugar a outro e proporcionar conforto, rapidez, integração, frequência e pontualidade no transporte público da capital mineira.Desenvolvido para aplicação nos avançados sistemas de transporte coletivo em grandes centros urbanos, o Marcopolo Viale BRT é o mais avançado já fabricado no Brasil e consumiu dois anos de pesquisas e desenvolvimento. A versão articulada tem 21 metros de comprimento, capacidade para transportar até 145 passageiros e foi concebida com inéditos conceitos de design, ergonomia, conforto, segurança e eficiência.
Internamente, o Viale BRT inova na ocupação de espaço e de ergonomia. A maior largura interna, associada à configuração das poltronas, proporciona maior área livre e facilita a circulação dos passageiros, tornando a viagem mais cômoda e confortável. A altura interna também foi aumentada, permitindo a inclusão de eficientes dutos de ar, alto-falantes e amplo espaço para propaganda nas laterais superiores. Para atingir o objetivo de valorizar a viagem de ônibus, independente do percurso ou duração, e proporcionar ganhos operacionais para os empresários, o Viale BRT pode ser oferecido com GPS, televisão digital, internet sem fio (wireless), câmeras de segurança, computador de bordo, além de sistemas de indicação de parada audiovisual e gerenciamento de frota.
O MOVE terá 23,1 km de extensão, em três ligações (Avenida Antônio Carlos, com 14,7 km de comprimento; Cristiano Machado, de 7,1 km de extensão e Hipercentro, de 1,3 km) e com 42 estações de transferência com distância média de 400 metros uma da outra. O número de passageiros atendidos será de 700 mil diariamente e haverá um ganho médio de 45% na redução do tempo de viagens entre as localidades do sistema.No novo sistema MOVE ainda serão instaladas modernas estações (com pisos nivelados aos dos ônibus), onde os passageiros poderão comprar a passagem antes de embarcar, o que garantirá mais segurança e agilidade. E os veículos terão maior capacidade de transporte, proporcionando conforto e acessibilidade.
A partir desta semana, o usuário do sistema Transcol já conta com mais uma linha de ônibus. A linha 636 (T. Itaparica/T. Vila Velha - Via Santa Mônica/ Soteco) começou a circular no último domingo (15) e promove o acesso aos principais hospitais de Vila Velha. Agora os usuários possuem maior facilidade para se deslocarem ao Centro Regional de Especialidade (CRE), Hospital Vila Velha e Hospital Infantil e Maternidade de Vila Velha (Himaba).
O objetivo é atender a demanda dos passageiros que precisam utilizar os serviços dos hospitais. Além disso, a linha 636 também passa pelo Pólo de Confecções Santa Mônica, Instituto Federal de Educação (Ifes) e a Fábrica de Chocolates Garoto.
A frota conta com três veículos nos dias úteis e aos finais de semana, possui intervalos programados de 30 minutos. Segundo o diretor de Planejamento da Companhia de Transportes Urbanos da Grande Vitória (Ceturb-GV), José Carlos Moreira, a criação da linha foi realizada por meio de levantamentos sobre a demanda de passageiros.
“Ao realizarmos estudos sobre a real demanda dos passageiros a esses locais, vimos à necessidade de uma linha que suprisse essa questão. Buscamos proporcionar ao usuário um percurso facilitado a esses destinos”, explica José Carlos Moreira.
A linha, que sai do terminal de Itaparica com destino ao terminal de Vila Velha, também tem em seu itinerário os bairros de Praia das Gaivotas, Santa Mônica, Cristóvão Colombo e Soteco.
Os usuários já podem consultar o horário e itinerário completo da linha 636 no site da Ceturb-GV (www.ceturb.es.gov.br) ou entrando em contato com o Disque Ceturb pelo 0800 039151).
Redação Projeto Mais Ônibus Texto e informações: Ceturb ES Fotografia: Transcol