Terminal Rodoviário de Campo Grande movimentado para as festas de fima de ano
O Terminal de Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro tem recebido movimento extra devido as festas de fim de ano. A 1001 disponibilizou ônibus extras para Nova Friburgo, Cabo Frio e São Paulo. Unica contando com a linha Campo Grande - Petrópolis.
Curitiba-PR. Após 40 anos, BRT dá sinais de cansaço em Curitiba
Foto: Thiago Crespo
Pioneira na implantação de sistemas de BRT (Bus Rapid Transit), as canaletas exclusivas para circulação de ônibus, Curitiba sente os efeitos da saturação do sistema. Sua principal linha, a Santa Cândida / Capão Raso, que transporta 170 mil pessoas por dia no eixo Norte-Sul da cidade, é alvo de reclamações por causa dos atrasos constantes e veículos em comboio. Trafegando sem impedimentos por vias exclusivas não dá para imaginar que os expressos atrasem, mas isso ocorre – e com frequência maior do que os usuários gostariam.
Uma das causas para o comboio de ônibus atrasados é a falta de sincronismo entre os semáforos. A situação foi agravada depois de tantas obras na linha – de recapeamento do pavimento ao desalinhamento das estações-tubo. “Quando se faz a recomposição do pavimento, às vezes você rompe os laços magnéticos de sincronismo dos semáforos e isso demanda manutenção”, justifica o presidente da Urbs, Roberto Gregório da Silva Junior. Nesta semana, a Urbs corrigiu o sincronismo de 21 dos 55 semáforos distribuídos ao longo do caminho do biarticulado. A expectativa é de que a regularidade da linha seja retomada.
O próprio sucesso do modelo acaba sendo a causa da saturação, porque a proposta de transporte atraiu muitos passageiros e depois estagnou. “Parece que em Curitiba o grande problema foi deixar de revitalizar o corredor já existente, principalmente os semáforos. Dependendo do número de cruzamentos, se não dá prioridade ao ônibus, você perde eficiência. Isso tem conserto, já temos alta tecnologia para criar semáforos inteligentes e até comandados do próprio ônibus”, argumenta Otávio Cunha, presidente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).
Na avaliação de Cunha, Curitiba deixou de cuidar dos corredores, não investindo na melhoria de pavimento e estações, mas o sistema continuou atraindo usuários. De acordo com um levantamento da Urbs, os seis eixos de linhas de BRT da capital transportam diariamente cerca de 543 mil passageiros, quase um quarto dos passageiros de todo o sistema integrado. O maior volume de passageiros está na linha Santa Cândida / Capão Raso, com 170 mil pessoas por dia, chegando a picos de 45 mil passageiros nos dois sentidos em horário de pico. “O BRT tem uma capacidade de transporte de 40 mil passageiros por hora, por sentido. Se não existe mais possibilidade de ampliação do serviço, tem de investir em outro modal”, analisa Cunha.
Para Gregório, os desafios do sistema estão presentes em todo o momento porque não podemos considerá-lo pronto e adequado. “Ter uma rede integrada e consolidada é um desafio, envolve ajustes operacionais e de infraestrutura, além de aposta na tecnologia”, pondera.
Cidades se inspiram no modelo paranaense
Pelo menos três cidades brasileiras terão uma malha de BRT superior à de Curitiba, de acordo com o levantamento da Global BRT Data, vinculada à rede Embarq. É o caso do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, onde as canaletas foram implantadas recentemente e a toque de caixa. Na capital mineira, um plano de mobilidade elaborado em 2010 projetou as intervenções que devem ser realizadas até 2030. Em 20 anos, BH pretende criar 220 quilômetros de vias estruturantes, sendo que até 180 quilômetros podem ser de BRT.
Para Célio de Freitas Bouzada, diretor de Planejamento da BHTrans, os problemas que Curitiba apresenta são um preço a pagar pelo pioneirismo. Por enquanto, em Belo Horizonte a avaliação do sistema é muito positiva, também por causa do pouco tempo de operação – a maior parte começou neste ano. “Nosso projeto foi implantado agora e projetado para suportar aumento de demanda até 2030”, explica.
Na cidade, nenhum usuário pode ficar a mais do que 600 metros de um ponto de ônibus, o que deixa a distância média entre as estações em torno de 450 metros. “Nosso sistema principal, da Avenida Antonio Carlos, tem pista dupla contínua e sistemas direto e parador”, conta. O sistema direto é semelhante ao Ligeirão curitibano: segue no mesmo eixo, mas com menos pontos de parada e mais rápido no deslocamento.
Bouzada considera que a capital mineira tem dois pontos positivos que a diferenciam de outros sistemas. O primeiro é que nem todas as linhas partem de uma estação. “Podem ter linhas com veículos do BRT que saem de um bairro e entram na canaleta”, diz. A outra é o modelo de estação, que é no nível da rua e ajuda a tornar a operação do sistema mais ágil.
Fonte: Gazeta do Povo
Pioneira na implantação de sistemas de BRT (Bus Rapid Transit), as canaletas exclusivas para circulação de ônibus, Curitiba sente os efeitos da saturação do sistema. Sua principal linha, a Santa Cândida / Capão Raso, que transporta 170 mil pessoas por dia no eixo Norte-Sul da cidade, é alvo de reclamações por causa dos atrasos constantes e veículos em comboio. Trafegando sem impedimentos por vias exclusivas não dá para imaginar que os expressos atrasem, mas isso ocorre – e com frequência maior do que os usuários gostariam.
Uma das causas para o comboio de ônibus atrasados é a falta de sincronismo entre os semáforos. A situação foi agravada depois de tantas obras na linha – de recapeamento do pavimento ao desalinhamento das estações-tubo. “Quando se faz a recomposição do pavimento, às vezes você rompe os laços magnéticos de sincronismo dos semáforos e isso demanda manutenção”, justifica o presidente da Urbs, Roberto Gregório da Silva Junior. Nesta semana, a Urbs corrigiu o sincronismo de 21 dos 55 semáforos distribuídos ao longo do caminho do biarticulado. A expectativa é de que a regularidade da linha seja retomada.
O próprio sucesso do modelo acaba sendo a causa da saturação, porque a proposta de transporte atraiu muitos passageiros e depois estagnou. “Parece que em Curitiba o grande problema foi deixar de revitalizar o corredor já existente, principalmente os semáforos. Dependendo do número de cruzamentos, se não dá prioridade ao ônibus, você perde eficiência. Isso tem conserto, já temos alta tecnologia para criar semáforos inteligentes e até comandados do próprio ônibus”, argumenta Otávio Cunha, presidente da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).
Na avaliação de Cunha, Curitiba deixou de cuidar dos corredores, não investindo na melhoria de pavimento e estações, mas o sistema continuou atraindo usuários. De acordo com um levantamento da Urbs, os seis eixos de linhas de BRT da capital transportam diariamente cerca de 543 mil passageiros, quase um quarto dos passageiros de todo o sistema integrado. O maior volume de passageiros está na linha Santa Cândida / Capão Raso, com 170 mil pessoas por dia, chegando a picos de 45 mil passageiros nos dois sentidos em horário de pico. “O BRT tem uma capacidade de transporte de 40 mil passageiros por hora, por sentido. Se não existe mais possibilidade de ampliação do serviço, tem de investir em outro modal”, analisa Cunha.
Para Gregório, os desafios do sistema estão presentes em todo o momento porque não podemos considerá-lo pronto e adequado. “Ter uma rede integrada e consolidada é um desafio, envolve ajustes operacionais e de infraestrutura, além de aposta na tecnologia”, pondera.
Cidades se inspiram no modelo paranaense
Pelo menos três cidades brasileiras terão uma malha de BRT superior à de Curitiba, de acordo com o levantamento da Global BRT Data, vinculada à rede Embarq. É o caso do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, onde as canaletas foram implantadas recentemente e a toque de caixa. Na capital mineira, um plano de mobilidade elaborado em 2010 projetou as intervenções que devem ser realizadas até 2030. Em 20 anos, BH pretende criar 220 quilômetros de vias estruturantes, sendo que até 180 quilômetros podem ser de BRT.
Para Célio de Freitas Bouzada, diretor de Planejamento da BHTrans, os problemas que Curitiba apresenta são um preço a pagar pelo pioneirismo. Por enquanto, em Belo Horizonte a avaliação do sistema é muito positiva, também por causa do pouco tempo de operação – a maior parte começou neste ano. “Nosso projeto foi implantado agora e projetado para suportar aumento de demanda até 2030”, explica.
Na cidade, nenhum usuário pode ficar a mais do que 600 metros de um ponto de ônibus, o que deixa a distância média entre as estações em torno de 450 metros. “Nosso sistema principal, da Avenida Antonio Carlos, tem pista dupla contínua e sistemas direto e parador”, conta. O sistema direto é semelhante ao Ligeirão curitibano: segue no mesmo eixo, mas com menos pontos de parada e mais rápido no deslocamento.
Bouzada considera que a capital mineira tem dois pontos positivos que a diferenciam de outros sistemas. O primeiro é que nem todas as linhas partem de uma estação. “Podem ter linhas com veículos do BRT que saem de um bairro e entram na canaleta”, diz. A outra é o modelo de estação, que é no nível da rua e ajuda a tornar a operação do sistema mais ágil.
Fonte: Gazeta do Povo
Dez novas linhas alimentadoras do BRT Rio começam a circular
Dez novas linhas alimentadoras do BRT Rio começam a circular
Rio de Janeiro, 12 de Dezembro de 2014.
O Consórcio BRT promove, a partir deste sábado, 13/12, mais uma etapa do processo de racionalização das linhas de ônibus convencionais. Serão duas novas linhas alimentadoras do BRT Transcarioca e oito no corredor Transoste. A medida cumpre o planejamento definido pela Secretaria Municipal de Transportes.
Equipes estarão nas estações de integração e nos principais pontos das linhas divulgando todas as mudanças para a população, com distribuição de folhetos explicativos. As novidades também estão nas redes sociais do BRT Rio, que atingem até 153 mil seguidores. Veja, abaixo, a relação das novas linhas alimentadoras:
Transcarioca
910A - Bananal x Fundão
Transoeste
857A - Jardim 7 de Abril x Paciencia (via Gouveia)
SR858A - São Fernando x Paciencia
SV870A - Sepetiba x Santa Cruz (via Croacia)
SR870A - Sepetiba x Santa Cruz (Circular)
871A - Sepetiba x Cesarão (Circ Via Croacia)
872A - Sepetiba x Cesarão (Circ via Sepetiba)
873A - Jardim 7 de Abril x Paciencia
828SR - São Jorge x Campo Grande (via BRT Campo Grande)
A criação das linhas alimentadoras dos corredores BRT segue a lógica de racionalização do sistema de ônibus no município. Linhas convencionais são extintas ou passam a ter seus itinerários reduzidos, tornando-se parte do Sistema BRT. Com isso, os passageiros passam menos tempo no trânsito comum e, após a integração com os corredores BRT ganham mais rapidez em seus deslocamentos. Os cortes de linhas convencionais acontecem de forma gradual.
Portadores dos cartões Riocard, Vale Transporte, Bilhete Único (Estado) e Bilhete Único Carioca (Prefeitura) têm o benefício de fazer até três viagens (que incluam um BRT e uma linha alimentadora) pagando apenas uma passagem desde que as validações sejam feitas dentro de um período de duas horas e meia.
Defasagem das tarifas de ônibus já alcança 13,8% em oito capitais
Prefeitos de oito capitais do Brasil, que já tiveram seus serviços de transporte por ônibus em concessões privadas, têm em mãos um nó difícil de desamarrar. Ao mesmo tempo que temem a impopularidade de conceder os aumentos das passagens, precisam reajustar as tarifas para garantir que as empresas tenham capacidade financeira de investir na esperada qualidade do sistema. Estudo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) apontam que as passagens precisariam subir R$ 0,35 na média nacional (13,8%) para fechar essa conta. Especialistas avaliam que, para poupar o bolso do usuário de aumentos, a única saída seria criar novas fontes de subsídios.
O estudo considerou as capitais Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Antes da alta do diesel de 5%, no dia 7 de novembro, a NTU estimava que a defasagem das tarifas era de 12,8%. Com o reajuste da Petro-bras, a entidade ampliou a estimativa em um ponto percentual. O cálculo já inclui as desonerações ao setor, que o governo federal concedeu no ano passado.
"Essa defasagem é, talvez, a maior que o setor já teve desde o governo FHC. Esses reajustes não vinham acontecendo em função das manifestações populares de junho de 2013. Algumas cidades chegaram a aumentar as tarifas, mas recuaram diante da pressão política. Outras até recuperaram alguma coisa, mas longe do valor integral", aponta o presidente executivo da NTU, Otávio Cunha.
A aposta do setor para evitar o impacto sobre as tarifas é frear os incentivos aos carros.
Em um conjunto de propostas enviadas ao governo federal, a NTU pede a volta da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que incidia sobre a gasolina, e a destinação de 70% desses recursos para os municípios investirem em infraestrutura de transportes ou subsidiar os serviços. O tributo foi zerado em 2012 para conter a inflação. Segundo Cunha, se a CIDE aumentasse em R$ 0,05 o preço da gasolina e fosse destinada integralmente à subvenção do sistema rodoviário, representaria uma receita de R$ 35 bilhões por ano, suficiente para reduzir as tarifas dos ônibus à metade.
"No Brasil, quem custeia o transporte rodoviário é a arrecadação tarifária. É um modelo que reforça as injustiças sociais, porque todo o ônus recai sobre as pessoas de baixa renda, que andam de ônibus", diz o pesquisador Carlos Henrique Carvalho, do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea).
Para pesquisador do Ipea, o modelo de custeio do transporte público no Brasil reforça as injustiças sociais, porque todo o ônus recai sobre as pessoas de baixa renda, que andam de ônibus.
A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) estima que, de todos os deslocamentos urbanos motorizados realizados no Brasil em 2030,65% serão em veículos particulares e apenas 35% em meios de transporte público,se a tendência de estímulo ao uso dos automóveis continuar no país. De acordo com o superintendente da entidade, Luiz Carlos Mantovani Néspoli, nos anos 60, a divisão era proporcionalmente inversa: 66% das viagens eram feitas por ônibus e 34% por veículos de passeio. Hoje, são 51% para carros, e 49%, para coletivos. Uma das consequências desse aumento foi a piora do trânsito nas cidades brasileiras.
Entre os incentivos aos automóveis, em detrimento do transporte público, citados no estudo da NTU, está a política de preços dos combustíveis. Enquanto o preço do diesel aumentou 202% de agosto de 2001 a outubro de 2014, a gasolina sofreu apenas 73% de reajuste. O diesel é o principal combustível utilizado por ônibus e transportes de carga no país. "O governo precisa inverter essa lógica, porque o diesel corresponde a 23% do custo operacional dos ônibus. Quanto mais se investe no transporte público e se melhora a qualidade, mais pessoas vão querer usar o transporte público", aponta o presidente da NTU, Otávio Cunha.
"Na escala estadual, um percentual do IPVA poderia ajudar a compor o Fundo de Mobilidade. Atualmente, o IPVA não tem vinculação de gasto específico. Cobrar pelo uso de estacionamento público na rua é outra medida que pode trazer recursos para o transporte público", sugere o engenheiro Gabriel Oliveira, coordenador de Pesquisas em BRT do ITDP Brasil.
FONTE: Guia do TRC
Torinos 2014 da Jabour
AUTO VIAÇÃO JABOUR
PREFIXOS: D86235, 86352, 86116, 86004
Linhas que operam: 853A, 854A, 883A, 867, 884, SV853A
PREFIXOS: D86235, 86352, 86116, 86004
Linhas que operam: 853A, 854A, 883A, 867, 884, SV853A
Expresso Pégaso recebe Thunder + com ar condicionado
Com as recentes aquisições dos BRT's toco O-500 M e os articulados O-500 MA e os novos Spectrum Road 330 VW, a Expresso Pégaso recebeu ontem um micro ônibus com ar para a renovação de frota. Equipado com ar condicionado Spheros, vistas eletrônicas da Dimelthoz, o novo carro D87132 com o modelo Thunder + da Neobus montado sobre o chassi Mercedes Benz LO 916 com tecnologia Blue Tec 5, freio a tambor e equipado com Arla 32, são previstas 60 unidades.
Caio Millennium BRT substitui Mega BRT acidentado
A Expresso Pégaso adquiriu em junho o modelo demonstrativo da Caio Induscar: o Millennium BRT montado sobre o chassi Mercedes Benz O-500 MA Blue Tec 5, o modelo foi apresentado no último dia da 10ª Fetransrio e em primeira mão ganhou nova numeração, o prefixo E87576D substituindo o Neobus Mega BRT que foi acidentado na Barra da Tijuca.
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