Especial Bus Elite 4 anos

Hoje, 1 de junho de 2015 estamos comemorando 4 anos do nosso blog Bus Elite e dedicamos esta postagem especial de aniversário com nosso acervo desde 2009 onde começamos. Eu, Vitor Otávio do Carmo comecei no hobby em 2009, o projeto do blog se oficializou nesta data em 2011.







































BRT Transcarioca - 1 ano

Finalizando o mês de maio, o Portal Bus Elite entra em comemoração a partir de hoje 31 de maio. Para este momento apresentaremos o especial de 1 ano do BRT Transcarioca, ligação entre Ilha do Governador a Barra da Tijuca com serviços Madureira - Alvorada (Parador)/ Alvorada - Fundão (Parador/ Direto e Semi-direto)














População deve estar atenta aos números do mercado de veículos pesados, diz consultoria

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

ônibus
Ônibus em circulação no ABC Paulista. População deve estar atenta ao mercado de veículos pesados porque é indicador real da situação econômica do País. Foto: Adamo Bazani.
População em geral deve estar atenta aos números da indústria de ônibus e caminhões, diz consultoria
Vendas de veículos pesados mostram a disponibilidade deINVESTIMENTOS que está baixa, o que revela risco até mesmo de mais desemprego em outros setores
ADAMO BAZANI – CBN
Quando a imprensa de uma maneira em geral, incluindo a mídia especializada em transportes como este site, informa os números de produção e vendas de veículos pesados, como ônibus e caminhões, a notícia não é apenas sobre o setor automotivo, mas pode abranger toda a realidade econômica vivida pelos brasileiros.
Por isso, a população deve estar atenta aos números porque as vendas destes veículos comerciais são reflexos reais deINVESTIMENTOS de outros setores. Se o mercado de ônibus e caminhões está fraco, é porque os setores que precisam destes veículos para movimentar mercadorias e mão de obra também estão desaquecidos, havendo risco de aumento de desemprego.
Pela rede CBN Brasil, ouvimos o economista Rodrigo Baggi, especialista em setor automotivo da Tendências Consultoria. Ele explica a gravidade da situação não só emINVESTIMENTOS privados como do próprio poder público, responsável por liberação de verbas como do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, de obras em geral e também por financiamentos diretos destes veículos pelo BNDES –
OUÇA A MATÉRIA EM:
Segmentos de veículos pesados refletem desaquecimento dos demais setores da economia. O resultado disso é uma queda de produção de caminhões e ônibus em mais de 40% nos quatro primeiros meses do ano, índice bem maior que os 15% de queda nos segmentos de veículos leves. Números mostram retração deINVESTIMENTOS dos setores público e privado
texto:
Praticamente todas as fabricantes de ônibus e caminhões anunciaram medidas para adequar o número de trabalhadores à demanda no mercado. Prolongamento de feriados, suspensão de contrato de trabalho, férias coletivas e até demissões são algumas das ações no setor automotivo.
De acordo com a Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, enquanto a produção de veículos de passeio e comerciais leves, que são bens de consumo e refletem a realidade das famílias brasileiras, caiu 15% de janeiro a abril deste ano, a produção de ônibus teve baixa de 26% e a de caminhões registrou queda de 45%.
Para o analista do setor automotivo da Tendências Consultoria, Rodrigo Baggi, os números referentes aos segmentos de veículos pesados são mais preocupantes porque refletem que tanto o outros setores privados como o próprio governo estão investindo menos
SONORA
A queda dosINVESTIMENTOS em programas governamentais como PAC e a redução dos financiamentos de veículos pesados são exemplos de que a contenção nos gastos públicos é refletida pelo setor
Entre as fabricantes que adotaram medidas para adaptar o mercado desaquecido à mão de obra estão Mercedes-Benz, Volvo, Scania, Iveco e as fabricantes de carrocerias de ônibus Marcopolo e Caio.
A expectativa do mercado é de que o segmento de pesados feche o ano em queda de cerca de 20 por cento.
De São Paulo, Adamo Bazani

Novamente não houve acordo e Mercedes-Benz vai comunicar 500 demitidos

Fonte: Blog Ponto de Ônibus


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Ônibus marca Mercedes-Benz usado por grande empresa de transportes. Montadora vai começar a avisar os 500 trabalhadores demitidos – Foto: Adamo Bazani


Outra reunião entre Metalúrgicos e Mercedes-Benz termina sem acordo sobre 500 demissões
Na semana passada, encontro também não teve resultados. Montadora de ônibus e caminhões vai começar a emitir telegramas para funcionários que devem ser cortados. Evento de veículos pesados deve ser menor neste ano
ADAMO BAZANI – CBN
Terminou sem acordo nesta segunda-feira, dia 25 de maio de 2015, nova reunião entre o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e a fabricante de ônibus e caminhões Mercedes-Benz sobre as 500 demissões da principal planta da montadora alemã no Brasil, em São Bernardo do Campo.
Na quarta-feira passada, outro encontro tentou reverter a situação dos trabalhadores, também sem sucesso.
Nesta segunda-feira, a reunião durou aproximadamente três horas.
A fabricante de veículos pesados deve começar a enviar nesta semana telegramas aos 500 trabalhadores comunicando o desligamento.
Estes funcionários fazem parte de um grupo de 750 que estão em lay-off (suspensão temporária de contrato empregatício). O regime de lay –off destes trabalhadores teve início em junho de 2014. A partir de 1º de junho, a Mercedes-Benz vai colocar 7,5 mil empregados de São Bernardo do Campo em férias coletivas de, no mínimo, 15 dias.
Nesta terça-feira, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC vai se reunir com os 500 trabalhadores para comunicar a decisão da empresa e decidir o qual tipo de reação da categoria.
Em abril, a Mercedes-Benz chegou a anunciar 500 demissões e recuou depois de uma greve.
A montadora diz que a medida faz parte de um ajuste do número de funcionários à demanda de mercado. Por causa da crise econômica após medidas consideradas errôneas do Governo Federal, como gastos públicos em demasia e falta de sucesso no controle da inflação, os setores que refletem o nível de investimento, como o de ônibus e caminhões, estão entre os mais afetados.
Entre janeiro e abril deste ano, de acordo com a Anfavea – Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores, a produção de caminhões caiu 45%, a de ônibus 26,6% e a de carros e comerciais leves registrou retração de 15,8%.
FENATRAN – Por causa da situação econômica a que o País chegou, a Fenatran – Salão Internacional do Transporte, principal feira de caminhões do País, deve ter uma das versões mais esvaziadas da história.
Das onze maiores montadoras que atuam no País, apenas Volvo e DAF confirmaram presença até agora no evento programado entre os dias 9 e 13 de novembro, no Anhembi, em São Paulo. Normalmente, as confirmações já teriam ocorrido com esta antecedência.
MAN Volkswagen Caminhões e Ônibus, Mercedes-Benz, Scania, Iveco, International e Shacman já se mostraram relutantes em participar. Agrale e Ford ainda avaliam.
A participação de cada uma pode custar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões, contanto com estande, estruturam aluguel de espaço e outros gastos relacionados.
Segundo a Reed Exhibitions Alcantara Machado, promotora do evento, 75% do espaço já foram vendidos. Os organizadores esperam reverter o quadro.
Na última edição, 370 empresas participaram, a maior parte fornecedora de serviços, seguradoras, bancos, fabricantes de autopeças e de pneus e desenvolvedores de tecnologia.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes